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Apartamento deluxe com um quarto e jardim privado

É o apartamento mais espaçoso, com 96 m², localizado no piso térreo, para 2 a 4 pessoas, com um quarto com cama de casal, sala de estar, sala de jantar, kitchenette totalmente equipada e jardim privado.

Apartamento Almada Negreiros (102)

Tamanho: 96m² (+ 36m² de Jardim)
Capacidade: de 2 a 4 adultos  (1 cama de casal grande; 1 sofá cama de casal na sala)
1 berço grátis para criança até 3 anos
Localização: Piso térreo (traseiras)
Apartamento completamente equipado, com serviço gratuito de 2 em 2 dias de troca de toalhas, recolha de lixo e pequena limpeza.
Apartamento
 
Internet sem fios gratuita! Partilhe a experiência com amigos e familiares através do Facebook ou WhatsApp!
Wi-Fi
 
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Hóspedes:
2 a 4 adultos
Televisão por cabo até 40 canais.
Televisão
 
  • Casa-de-banho privada com duche
  • Secador
  • Amenidades da Saboaria Portuguesa
  • Roupa de cama em puro algodão Percall
  • Toalhas em 100% algodão
  • Ar condicionado
  • Internet wifi grátis
  • Televisão LCD com canais por cabo
  • Cofre grátis
  • Rádio
  • Leitor de CD
  • Sofá cama para 2 adultos
  • kitchenette totalmente equipada
  • Frigorifico
  • Máquina de café/Chá
  • Micro-ondas
  • Máquina de Lavar Louça
  • Placa de fogão
  • Torradeira
  • Chaleira Eléctrica
  • Jardim privado
Quem foi Almada Negreiros:

José Sobral de Almada Negreiros (1893-1970), nasceu na antiga colónia portuguesa de São Tomé e Príncipe. Foi um artista multidisciplinar português que se dedicou fundamentalmente às artes plásticas e à escrita, ocupando uma posição central na primeira geração de modernistas portugueses.

Almada Negreiros é uma figura ímpar no panorama artístico português do século XX. A notoriedade que adquiriu no início de carreira prende-se acima de tudo com a escrita, interventiva ou literária. Almada Negreiros teve um papel particularmente activo na primeira vanguarda modernista.

Ao longo da vida empenhou-se numa enorme diversidade de áreas e meios de expressão – desenho e pintura, ensaio, romance, poesia, dramaturgia e até o bailado. A contundência das suas intervenções iniciais deu lugar a uma atitude mais lírica e construtiva que abriu caminho para a sua obra plástica e literária da maturidade.

O conjunto de Painéis da Gare Marítima da Rocha do Conde de Óbidos, considerados por muitos como as melhores pinturas murais portuguesas, é significativo de uma diluição involuntária das fronteiras entre pintura e ilustração. Estes painéis reúnem, em síntese, a sua actividade plástica anterior. O Retrato de Fernando Pessoa, 1954 (de que realizou uma 2ª versão, simétrica, em 1964), é outra das suas obras mais significativas.

Almada Negreiros (1893 – 1970)